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Ceilândia

Dono de restaurante é preso por ‘gato’ de energia

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Autor/Imagem:
Maria Amália Alcoforado - Foto PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da 15ª Delegacia de Polícia, com o apoio da Neoenergia, deflagrou, na tarde desta terça-feira (8), a Operação Blackout, que resultou na prisão em flagrante de um homem de 53 anos pelo crime de furto de energia elétrica mediante fraude, em um estabelecimento gastronômico localizado na EQNN 24/26, em Ceilândia.

De acordo com o apurado por Notibras, a investigação teve início após a Neoenergia Brasília identificar que o estabelecimento era reincidente na prática de irregularidades. Inicialmente, o fornecimento de energia havia sido suspenso em razão de inadimplência, ocasião em que foi constatada uma autorreligação clandestina. Diante da reincidência, a concessionária realizou novo corte e retirou o medidor da unidade consumidora, mantendo o local sob monitoramento.

Durante fiscalização realizada nesta terça-feira (8), técnicos da concessionária verificaram que o proprietário havia instalado uma ligação direta (gato) na rede de distribuição, desviando energia elétrica sem qualquer medição. Com apoio da equipe da 15ª DP, a fraude foi confirmada no local por meio de inspeção técnica, registros fotográficos, vídeos e lavratura do Termo de Ocorrência e Inspeção (TOI), sendo imediatamente desfeita a ligação clandestina.

O proprietário do estabelecimento recebeu a voz de prisão e foi conduzido à 15ª Delegacia de Polícia, onde foi interrogado e autuado em flagrante pelo crime de furto de energia qualificado pela fraude, cuja pena pode chegar a oito anos de reclusão, além de multa.

Após a formalização do auto de prisão em flagrante, o autuado foi recolhido à carceragem da DCCP, onde permanecerá à disposição da Justiça.

O nome Blackout faz referência ao objetivo da operação de interromper a utilização clandestina da rede elétrica, restabelecendo a regularidade do fornecimento e combatendo um tipo de fraude que causa prejuízos à concessionária, aumenta os custos para os consumidores e coloca em risco a segurança da população.

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