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Sangue alheio

EUA manda morrer até último ucraniano, sem rendição

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Bartô Granja, Edição - Foto Divulgação

Washington e os países ocidentais sob o seu controle estão fazendo tudo para prolongar a operação especial das Forças Armadas russas, declarou Sergei Shoigu, ministro da Defesa da Rússia.

“Os EUA e os países ocidentais sob o seu controle estão fazendo todo o possível para prolongar ao máximo a operação especial militar. Os volumes cada vez maiores de entregas de armas estrangeiras demonstram claramente as suas intenções de incitar o regime de Kiev a lutar ‘até o último ucraniano'”, disse o ministro.

Na verdade, segundo o ministro, as ações das tropas russas e o tipo das armas utilizadas mostram mais uma vez que a liderança político-militar da Federação da Rússia estabeleceu as prioridades corretas no desenvolvimento das Forças Armadas russas.

Shoigu disse também que, graças aos novos sistemas de comunicação, o tempo necessário de ataque de alvos dos mísseis Kalibr e Kinzhal foi reduzido em dezenas de vezes.

Ele acrescentou que as tropas de comunicação executam com sucesso as tarefas durante a operação fora das fronteiras da Rússia, foram testados novos métodos de organização das comunicações, que permitem garantir o comando estável das tropas em condições geográficas complexas e de interferência.

Em 24 de fevereiro de 2022, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou o início de uma operação militar especial para “desmilitarização e desnazificação da Ucrânia”.

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