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Sugestão patriótica

Guerra do petróleo atinge gasolina e as pesquisas eleitorais

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Autor/Imagem:
Misael Igreja - Foto de Arquivo

Aprendi nas escolas secundarista e universitária que os Estados Unidos sempre foram – e sempre serão –  a maior economia do mundo e modelo de democracia para o planeta. Caso não seja contido em novembro pelos democratas, o satanista republicano Donald Trump deverá jogar esses dois títulos nas profundezas do Rio Hudson. Associado ao lunático Benjamin Netanyahu, o doidivanas Trump é daqueles que mata inocentes rindo e comendo hambúrguer atolado no ketchup. Por isso, não deve ser levado a sério por muito tempo.

Obcecados pela morte, ambos estão transformando os EUA e Israel em estados tão terroristas como os que eles supostamente combatem. Doentios e loucos pelo poder absoluto e eterno, os dois querem levar o mundo ao limite da paciência. Na verdade, fechados e com apoios velados ou explícitos em diferentes pontos do planeta, Trump e Netanyahu trabalham para esvaziar as principais democracias, entre elas a do Brasil, cuja consolidação depende fundamentalmente do expurgo da família que é sinônimo claro de ameaça de explosão a qualquer momento.

Os primeiros estilhaços atingiram em cheio nossas bombas de gasolina e, principalmente, nossas pesquisas eleitorais. Como muitos decidiram culpar a guerra do Irã pelo aumento do preço dos combustíveis, vale registrar o que poucos lembram. A Globo não mostra, mas a direita unida trabalha firme e compenetrada para fazer o povo esquecer que foi a gestão de Jair Bolsonaro a responsável pela privatização de nossas refinarias de petróleo. O resultado é que, seja de Lula, de Manoel ou de Joaquim, governo algum tem mais condição de controlar o preço da gasolina, do diesel e do metanol. Ou seja, graças ao desgoverno do mito, os donos de postos de gasolina hoje nadam de braçada nos mares turvos da ganância petrolífera.

Nos Estados Unidos e em Israel há sinais claros de que o povo e boa parte dos parlamentares querem Donald Trump e Benjamin Netanyahu longe do poder. No Brasil, apesar das pesquisas eleitorais duvidosas e, em alguns casos, deliberadamente infladas contra o presidente democraticamente eleito em 2022, a sinalização popular também é amplamente desfavorável àquele que, por meio de uma nova candidatura conservadora, permanece ameaçando o Brasil com a bomba da aristocracia tirânica.

Como nada é eterno, nem mesmo a hegemonia militar dos EUA e as fake news políticas do bolsonarismo, torço para que chegue logo o dia em que toda a falsidade será desmascarada. Como diz o escritor e dramaturgo russo Alexander Solzhenitsyn, nesse dia a violência nua terá de aparecer em toda sua hediondez e, após derrotada, ela desaparecerá. Por enquanto, a arma mais perigosa da violência é o silêncio que a tolera. É o que vemos no Brasil da extrema-direita e nos demais estados nos quais os poderosos se acham acima das leis. Só para ilustrar, finou-se Chuck Norris, o mesmo que, conforme a lenda de Hollywood, foi mordido por uma cobra e, após dez minutos agonizando, a cobra morreu.

A exemplo das guerras econômicas protagonizadas pelos “imortais” Donald Trump, Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin, não há seriedade alguma nos discursos dos imorredouros extremistas brasileiros. Aliás, como eles adoram brincar com o povo e com a nação, está na hora de a patriotada mostrar na prática que ama de verdade a pátria norte-americana. A sugestão não é minha, mas endosso a tese bolsonariana de uma grande convocação nacional em apoio a Trump. Paralelamente aos fictícios números de determinados institutos de pesquisas em favor do candidato do clã, não é nenhum exagero a ideia de uma jetskiciata até o Estreito de Hormuz para obrigar os aiatolás a liberar a passagem dos petroleiros yankees e judeus.

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Misael Igreja é analista de Notibras para assuntos políticos, econômicos e sociais

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