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Mundo

Irã aborta plano para matar chefe da Guarda Revolucionária

Bartô Granja, Edição

O major-general Qasem Soleimani, comandante iraniano que trabalhou para ajudar as forças iraquianas e sírias em sua batalha contra terroristas do Estado Islâmico, foi alvo de um atentado, mas saiu ileso. A trama teria sido armada em parceria com Israel e a Arábia Saudita.

A tentativa de assassinar o comandante foi uma conspiração “regional conjunta israelense-árabe”, anunciou a mídia estatal. As forças de segurança também descobriam que seriam empregados 500 quilos de dinamite em um outro atentado.

Conhecido por participar de operações para ajudar as forças iraquianas e sírias envolvidas na luta contra o terrorismo, Soleimani acusou repetidamente os Estados Unidos de “colaborar” com os terroristas para alcançar seus objetivos regionais.

Em 2015, o então diretor da CIA John Brennan manifestou preocupação com o envolvimento de Soleimani na guerra contra o E.I. no Iraque, argumentando que sua presença no país representava uma ameaça significativa aos esforços de contraterrorismo norte-americano.

No início desta semana, Soleimani deu uma rara entrevista à televisão iraniana, revelando que ele e Hassan Nasrallah, o atual secretário geral do movimento libanês Hezbollah, escaparam por pouco de um ataque israelense por drones.

As unidades da Guarda Revolucionária do Irã enfrentaram vários ataques terroristas a seus membros nos últimos anos, incluindo um ataque a carro-bomba em fevereiro de 2019 que matou mais de duas dezenas de militares.

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