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Brasília

Mais carteira assinada e menos ‘quebra-galho’

Bartô Granja, Edição

O Distrito Federal possui 349.538 trabalhadores informais, o que representa 28,74% do total de ocupados na região, segundo o estudo “Mercado de trabalho informal: uma perspectiva comparada do Distrito Federal”, divulgado pela Codeplan. A taxa é a segunda menor do país, atrás apenas de Santa Catarina (27,84%).

O estudo considera trabalhadores informais aqueles lotados no setor privado sem carteira assinada; aqueles que trabalham por conta própria sem CNPJ; os empregadores sem CNPJ; e os trabalhadores familiares auxiliares.

A Região Administrativa com a maior taxa de informalidade proporcional é o Varjão, com 1.875 profissionais informais, o que corresponde a 49,68% dos trabalhadores totais da cidade. Em seguida, aparece o Itapoã com 11.816 moradores (44,90%) e SCIA/Estrutural com 5.497 (44,78%).

Na outra ponta, com as menores taxas de informalidade, encontram-se o SIA, com 188 informais (21,81%), Sudoeste/Octogonal com 6.219 (22,32%) e Park Way com 2.013 (22,57%).

Perfil da informalidade
Os dados mostram que os jovens e os idosos são os mais inseridos na economia informal. A taxa de informalidade na faixa etária de 15 a 19 anos é de 50,62%, enquanto na faixa etária de 80 anos ou mais é de 54,18%.

Com relação à informalidade por sexo, o estudo apontou que 29,76% dos trabalhadores do sexo masculino atuam na informalidade, enquanto 27,49% das trabalhadoras do sexo feminino estão nesta condição. Segundo raça/cor, 26,76% dos ocupados brancos são informais, enquanto 30,14% dos ocupados negros estão nesta condição.

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