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Rio

Militares treinam e estudam rotas para deslocamentos nos Jogos Olímpicos do Rio

Rio de Janeiro - Forças armadas realizam ensaio com tropas militares como parte do treinamento para as olimpíadas Rio 2016 (Tomaz Silva/Agência Brasil)


Militares que atuarão como forças de contingência nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro realizaram hoje (18) simulações de deslocamento aéreo e terrestre da Base Militar de Deodoro para o Comando Destacado Setorial (CDS) do Maracanã.

O CDS Maracanã inclui locais de competição da zona norte, como os estádios do Engenhão e do Maracanã, e do centro, como o Sambódromo. As forças de contingência que atenderão a essa área serão da 1ª Divisão do Exército.

A atuação das Forças Armadas na segurança pública durante os jogos será utilizada apenas se as forças policiais necessitarem de apoio. Ao longo desta semana e na próxima, cerca de 1,3 mil militares estarão na cidade participando dos treinamentos.

“Hoje, testamos o deslocamento por determinada rota. Nosso tempo de deslocamento foi considerado pouco acima do desejado. A intenção é que possamos fazer esse deslocamento no menor tempo possível e por meio de rotas alternativas que devem ser levantadas”, acrescentou Medina, que afirmou que as limitações de mobilidade, como obras inacabadas, devem ser superadas com o treinamento.

Com tempo chuvoso, as condições climáticas por pouco não foram consideradas desfavoráveis para a decolagem dos helicópteros Cougar e Pantera, com capacidade de transportar 18 e seis militares, respectivamente. Medina informou que a preparação também leva em conta esses imprevistos.

“[Condições climáticas] podem interferir no planejamento, mas estamos levantando possibilidades e caminhos alternativos para suplantar esse tipo de ocorrência.”

O CGDA também apresentou à imprensa a Sala de Comando e Controle, na sede do Comando Militar do Leste, onde pontos estratégicos já estão sendo monitorados em tempo real.

O percurso da Tocha Olímpica e os eventos-teste, por exemplo, estão sendo acompanhados por meio do software Pacificador, desenvolvido pelo próprio Exército.

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