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Atentado matou 144

Moscou exige que Kiev prenda e entregue chefe do serviço secreto

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Autor/Imagem:
Antônio Albuquerque, Edição - Foto Reprodução

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia exigiu neste domingo, 31, que a Ucrânia prenda e entregue a Moscou os envolvidos em ataques terroristas em território russo. Entre os acusados está o chefe do Serviço Secreto e de Segurança Ucraniano (SBU), Vasyl Malyuk. As informações são do site Sputniknews.

“O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia transmitiu às autoridades ucranianas as exigências da Convenção Internacional para a Supressão dos Atentados Terroristas e da Convenção Internacional para a Supressão do Financiamento do Terrorismo para a prisão imediata e entrega de todas as pessoas envolvidas nestes ataques terroristas”, disse um comunicado da chancelaria moscovita.

Na lista de pessoas procuradas está Malyuk, que admitiu em 25 de março ter estado envolvido na organização da explosão da ponte da Crimeia e revelou detalhes de vários outros ataques terroristas na Rússia.

Moscou também exigiu que Kiev cessasse qualquer apoio ao terrorismo e compensasse as vítimas pelos danos. Além disso, o ministério disse, citando investigadores russos, que os vestígios do recente ataque terrorista na Câmara Municipal de Crocus, perto da capital russa, também levam à Ucrânia.

O ataque de 22 de março, que deixou ao menos 144 mortos, foi um dos maiores da história moderna da Rússia. Quatro suspeitos foram presos antes de conseguirem cruzar a fronteira russo-ucraniana; os investigadores russos constataram que todos os criminosos receberam pagamentos da Ucrânia.

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