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Mar Negro

Moskva, nau-capitânea da frota russa, afunda após explosão

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Foto/Imagem:
Bartô Granja, Edição - Foto Reprodução

O cruzador de mísseis guiados da classe Slava do Projeto 1164 Moskva, nau-capitãnea da Frota do Mar Negro da Rússia, afundou quano stava sndo rebocado para reparos, após ser atingido, na véspera, por uma série de fortes explosões. O anúncio foi feito pelo Ministério da Defesa russo nesta quinta, 14. O naufrágio foi no Mar Negro.

“Durante o reboque do cruzador Moskva para o porto de destino, o navio perdeu o equilíbrio devido a danos no casco recebidos durante o incêndio após a detonação de munição. O navio afundou em um mar tempestuoso”, disse o ministério em comunicado.

O Ministério da Defesa disse na quarta-feira que a ‘máquina de guerra’ foi atingida por fogo pesado, que detonou parcialmente seus estoques de munição. A tripulação foi evacuada com sucesso e o fogo foi contido na quarta-feira, evitando o risco de mais detonação de munição. A Ucrânia alegou que Moscou foi atingida por dois mísseis anti-navio R-360 Neptune.

Depois de conter o incêndio, o Moskva estava sendo rebocado de volta para Sebastopol para reparos. O cruzador de mísseis-guia foi construído em 1979, não muito longe de onde afundou: no estaleiro 61 Communards em Nikolaev, então parte da União Soviética.

O navio de guerra apoiou a intervenção de 2008 na Geórgia em defesa da independência da Abkhaz e se envolveu em combate com navios de guerra da Marinha da Geórgia antes de ser deslocado para a capital abkhaziana de Sukhumi.

Durante os eventos de março de 2014, quando a Crimeia se separou da Ucrânia e votou para se juntar à Federação Russa, Moskva bloqueou a frota ucraniana no Lago Donuzlav. Em 2015, Moskva foi enviado ao Mediterrâneo Oriental para desempenhar um papel de defesa aérea em apoio às operações russas na Síria.

A operação militar especial russa na Ucrânia foi ordenada pelo presidente Vladimir Putin, em 24 de fevereiro, após pedidos das Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk (DPR e LPR) para protegê-las contra a escalada de ataques da Ucrânia.

Putin argumentou que as repúblicas do Donbass foram submetidas ao “genocídio” por Kiev e que Moscou não teve outra escolha senão defendê-las depois que as autoridades ucranianas não conseguiram implementar o acordo de Minsk para resolver o conflito.

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