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Medo de russos e chineses

Otan quer fortalecer Ártico e tirar Groenlândia da cabeça de Trump

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Autor/Imagem:
Antônio Albuquerque , Edição- Foto Reprodução/Sputniknews

Países europeus acreditam que o fortalecimento da presença da Otan na região do Ártico poderia persuadir o presidente dos EUA, Donald Trump, de que os Estados Unidos não precisam possuir a Groenlândia por razões de segurança.

Em 3 de janeiro, Trump disse à revista The Atlantic que os EUA “absolutamente” precisavam da Groenlândia, alegando que a ilha estava “cercada por navios russos e chineses”. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, pediu a Trump que parasse de ameaçar a Groenlândia com a anexação.

Em uma reunião fechada realizada na quinta-feira, 8, em Bruxelas, os embaixadores da aliança concordaram sobre a necessidade de reforçar a presença da Otan no Ártico, disseram três diplomatas da Otan, acrescentando que os europeus consideram a busca por um acordo com Trump como a primeira e preferencial opção.

Em particular, a reunião dos embaixadores da Otan teria discutido opções como o uso de capacidades de inteligência para melhorar o monitoramento territorial, o aumento dos gastos com a defesa do Ártico, o envio de mais equipamentos militares para a região e a realização de mais exercícios militares nas áreas circundantes.

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