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Carnaval e democracia

País tropical, Brasil vive inesgotável sambaby

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Autor/Imagem:
Arimathéia Martins - Foto de Arquivo

Que bom morar em um País Tropical, abençoado por Deus, bonito por natureza e que ainda tem carnaval, futebol e um presidente democrata para reger a torcida e se eleger aos 33 minutos do segundo turno de uma eleição que os defensores do caos, do tarifaço, do golpe e das guerras imaginavam ganha. Melhor ainda é saber que os enlouquecidos parasitas não terão êxito em suas maracutaias contra o processo eleitoral e que os fanáticos estão cada vez mais amargurados com a possibilidade de uma nova e acachapante derrota presidencial.

O sambaby, sambaby da rapaziada que espera em paz pode não ser um grande líder. Mesmo assim, todos os seus adversários e os falsos camaradinhas o respeitam. Essa é a razão de sua empatia, de sua alegria e de sua força nas urnas. Com todas as vênias ao mestre Jorge Ben (Jorge Ben Jor para alguns), tudo indica que, em outubro, ele novamente fará uma jogada celestial, chegará com inspiração, com muito amor, emoção, explosão e gooooollll. Com malícia e raça, só não entrará com bola e tudo porque terá humildade e respeito ao perdedor.

É dessa forma que o Taj Mahal dará um tetê, tetê, teteretê para os que tentaram de tudo para impedir um novo capítulo da mais linda história que até hoje eu já ouvi contar entre político e eleitor. Linda e sem a necessidade de histerismo, fanatismo, negacionismo e golpismo. Tudo na base da certeza de que, embora esteja longe do ideal, é com ele que corajosamente garantiremos a plenitude, o prazer e a alegria da democracia. E pouco importa que digam por ai que “nóis é caipira”. Pelo menos “nóis num gosta de mintira”.

E mentira é a principal herança deixada por aquele que se foi para trás das grades ao filho candidato. Sem lastro, propostas, ideias e votos, o primogênito do clã dos horrores voltou às ruas nesse fim de semana para pedir socorro a Donald Trump e, por extensão, o impeachment do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Falta do que fazer ou imbecilidade daqueles que preferem o martírio em nome do abuso eleitoral à espera por décadas melhores. Definitivamente, esta não é deles.

Para azar das viúvas do bolsonarismo, Bolsonaro não será solto, Lula não sofrerá impeachment e Lulinha não atravancará a caminhada do pai. Do outro lado, o pai, um zero à direita, transformou 01 em zero à esquerda, algo como um menino de mentalidade mediana. É daí para ficar sem mandato e, quem sabe, correr para os Estados Unidos, onde, a exemplo do irmão mais novo, ficará na fila para lamber as botas sangrentas de Trump. É o que lhe restará no fim de outubro.

Para os que insistem em se manifestar contra o que está posto e não será mudado, o que o restante do Brasil pode dizer é simples: Nós gostamos de vocês, mas a galera do bem (não o do bem deles) torce para que o presidente maravilha faça mais um para a gente ver. É o tetê, tetê, teteretê com destino célere à consolidação como o inesgotável sambaby, sambaby do País Tropical. Reitero que ele pode não ser um grande líder, mas hoje é o maior que temos. O resto é só chororô e mimimi. Que eles esperem 2030, cresçam e parem de brigar com a realidade.

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