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Exposição a doenças

Pediatra alerta para cuidados com a saúde das crianças na volta às aulas

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Autor/Imagem:
Malu Oliveira, Edição - Via Empório Comunicação/Foto Divulgação

As aulas voltaram e com elas a atenção redobrada com o cuidado da saúde dos pequenos estudantes. A retomada ao convívio social pode deixar as crianças mais expostas a algumas doenças. De acordo com o pediatra e coordenador de pediatria do Hospital Santa Helena, da Rede D’Or, Thallys Ramalho, existem doenças comuns da infância que são causadas habitualmente por vírus e que têm grande circulação nas unidades escolares.

“As principais doenças são as diarreias agudas; as infecções que acometem as vias aéreas superiores, principalmente os resfriados; síndrome mão-pé-boca e estomatites. Além de pediculose (piolho) e escabiose (sarna). Para crianças menores de dois anos, em casos de creches, há de se considerar a possibilidade de bronquiolite, que pode ter uma evolução mais grave em lactentes, quando ocorre em menores de um ano”, explica o médico.

Para aqueles que iniciarão o primeiro contato com a escola é preciso estar em alerta na montagem da lancheira. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), o ano letivo dura no mínimo 200 dias. Desta forma, a alimentação e hidratação são fundamentais para que o rendimento da criança seja proveitoso. “As crianças possuem um maior risco de desidratação, por esse motivo devemos ter uma atenção especial e constantemente oferecer água e sucos naturais. Em relação à alimentação, evitar comidas gordurosas, embutidos e ricos em açúcar, promovendo uma alimentação mais saudável”, explica Thallys Ramalho.

Como prevenção, é importante que os pais mantenham a carteira de vacinação atualizada, para redução da propagação das doenças. “O ambiente escolar facilita a transmissão de vírus respiratórios, como a influenza. Crianças com vacinação em dia adoecem menos, têm menor risco de complicações graves e ajudam a proteger colegas, professores e familiares. É importante os pais aproveitarem o período para conferir o cartão de vacinação e garantir que as crianças retornem à escola mais protegidas”, conclui o pediatra.

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