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Brasília

Preço da carne lembra frango da era Collor

Carolina Paiva

Há vozes dissonantes no Governo Federal sobre a disparada do preço da carne bovina, que subiu cerca de 40% em menos de um mês. Alcatra que custava trinta reais em dias de oferta, teve a oferta riscada da tabela e passou dos 40 reais faz tempo.

O presidente Jair Bolsonaro, otimista, disse no sábado, 30, que esse aumento é passageiro, consequência da entressafra. Mas Tereza Cristina, ministra da Agricultura, pensa diferente.

A verdade, disse a ministra em encontro com pecuaristas paulistas, é que havia uma forte defasagem no preço, e o mercado está se acostumando há uma realidade já prevista.

Há quem jogue a culpa nos chineses, que estão comprando mais carne do que grãos do Brasil. E como existe um negócio chamado lei da oferta e da procura, o bife nosso de cada dia fica cada vez mais magro e salgado.

Enquanto isso, donas de casa que faziam filas para comprar frango na era Collor, já pensam em fazer omelete. Desde que o preço dos ovos também não subam e vão parar na estratosfera.

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