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PAD de Tolentino

Rui Costa corre risco de ser atropelado por boiada

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Autor/Imagem:
José Seabra - Foto de Arquivo

Probo é sinônimo de caráter íntegro, honrado, honesto, reto, confiável, consciencioso, correto, decente, digno, fiel. Quando se trata de jornalista, pode ser sintetizado em um nome: Fernando Tolentino.

Tolentino é daquelas figuras que brilha nos corredores do jornalismo, muitas vezes ofuscada pelas manchetes sensacionalistas e pelas polêmicas que permeiam a profissão. Houve uma época em que ele aposentou seu bloco de anotações e sua caneta, para dirigir a Imprensa Nacional. Foram longos 13 anos no cargo. Nem por isso deixou de lado seu código moral sólido e uma dedicação incansável à verdade.

Imagine um jornalista que se recusa a ceder aos apelos do sensacionalismo, que não se deixa corromper por influências externas e que não sacrifica a ética em prol de uma manchete impactante. Este é o perfil de Fernando Tolentino, um guardião da integridade na selva tumultuada das notícias.

Seus passos sempre foram marcados pela honestidade e pela imparcialidade. Como repórter, ele sempre soube que sua missão ia além de simplesmente relatar os fatos; ele tinha, como tem, o compromisso de contextualizá-los, de investigá-los a fundo e de apresentá-los ao público de forma clara e objetiva. Sua caneta é sua espada, e sua armadura é a verdade.

Enquanto alguns jornalistas se deixam levar pelo frenesi da competição e pela busca desenfreada por audiência, coleguinhas como Tolentino mantém-se firme em seus princípios. Ele sabe que sua verdadeira responsabilidade é com o público, e não com os interesses comerciais ou políticos que possam rondar sua redação.

Tolentino nunca temeu os desafios que o aguardavam e que hoje ainda batem à sua porta. Ele sabe que o caminho da integridade muitas vezes é o mais difícil, mas também o mais gratificante. Por isso, enfrenta pressões externas, críticas e até mesmo ameaças, pois sua convicção na importância da verdade é inabalável.

Seu trabalho não passa despercebido. Aqueles que o conhecem e o admiram reconhecem nele um exemplo a ser seguido, uma luz brilhante em meio à escuridão da desinformação. Sua integridade inspira não apenas outros jornalistas, mas também todos aqueles que valorizam a honestidade e a transparência.

Em um mundo onde a confiança nas instituições está em declínio e a verdade muitas vezes parece fugaz, um jornalista probo como Fernando Tolentino é mais do que um profissional. Ele é um centurião que guarda o Rubicão, impedindo que a democracia seja ameaçada. É um defensor da justiça e um símbolo da esperança de que, mesmo nos tempos mais sombrios, a verdade ainda prevalecerá.

É justamente a verdade que precisa vir à tona. Hoje, carregando nas costas um fardo pesado por recusar benesses em troca de atender interesses de terceiros, Fernando Tolentino responde as consequências de um PAD iniciado no governo Bolsonaro. Não é por ser um petista de carteirinha, fundador do partido, que ele merece respeito de Lula e seus assessores diretos. Ele merece respeito simplesmente por ser Tolentino.

Notibras, a exemplo de diretórios do PT na capital da República, se solidariza com esse sinônimo de fidelidade. E Rui Costa, o homem da Casa Civil da Presidência da República, precisa agir como homem e reconsiderar o resultado desse PAD. Até porque, Fernando Tolentino não está só. Ninguém de sã consciência entra numa briga  na disputa por um boi. Mas quando entra, leva uma boiada para atropelar quem age de má fé.

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