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O Anti-Cristo

Trombetas do Apocalipse são sopradas fortes pelo sanguinário Biden

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José Seabra - Foto de Arquivo

Minha rotina diária compreende, logo de madrugada, ler portais de notícias da Ásia, Oriente Médio, Leste Europeu e União Europeia. Na sequência, as grandes plataformas brasileiras – Uol, G1, Estadão. Essas leituras me permitem traçar um panorama geral, desenhando um quadro concreto da geopolítica mundial. Somente depois, bem depois, dou uma olhada no noticiário da Terra do Tio Sam.

As opiniões convergem de uma maneira geral, salvo um ou outro veículo que tem uma linha editorial mais presa aos interesses do Ocidente, atrelados que estão à política externa da Casa Branca. No caso do ataque do Irã a Israel, um fato inédito, a situação do amanhã se assemelha a um processo kafkiano: absurdo, ilógico, labiríntico, surreal, incoerente, confuso, complicado, baralhado, angustiante, tormentoso. É um pesadelo só, como define a enciclopédia virtual Wikipédia.

As previsões são catastróficas. Uma guerra entre o Irã e Israel teria implicações significativas, tanto regional quanto globalmente. Aqui estão algumas das possíveis consequências:

Instabilidade regional: A região do Oriente Médio já é volátil, e uma guerra entre o Irã e Israel poderia agravar ainda mais essa instabilidade. Outros países da região podem ser arrastados para o conflito, aumentando as tensões e o derramamento de sangue.

Impacto econômico: Uma guerra na região do Golfo Pérsico, onde estão localizados importantes recursos energéticos, poderia desencadear um aumento nos preços do petróleo e gás natural, afetando a economia global.

Deslocamento de pessoas: Conflitos armados geralmente resultam em deslocamento em massa de civis. Uma guerra entre o Irã e Israel poderia levar a uma crise humanitária com milhões de pessoas fugindo de suas casas em busca de segurança.

Aumento do terrorismo: Grupos extremistas podem tentar capitalizar o caos gerado pela guerra para promover suas próprias agendas. Isso poderia levar a um aumento nos ataques terroristas na região e em todo o mundo.

Consequências geopolíticas: Uma guerra entre o Irã e Israel poderia mudar o equilíbrio de poder na região e ter repercussões geopolíticas globais. Poderia afetar alianças existentes e levar a uma reconfiguração das relações internacionais.

Destruição e perda de vidas: A guerra inevitavelmente levaria à destruição de infraestrutura e à perda de vidas humanas, tanto entre militares quanto entre civis. As consequências humanitárias seriam devastadoras.

Uso de armas nucleares: Tanto o Irã quanto Israel possuem capacidade nuclear, o que poderia levar a uma escalada do conflito para o uso de armas nucleares. Isso teria implicações catastróficas não apenas para a região, mas para o mundo inteiro.

Dadas essas consequências graves, é do interesse de todas as partes envolvidas buscar soluções diplomáticas para resolver quaisquer disputas e evitar o conflito armado. O problema é convencer disso, de um lado, russos e chineses, aliados dos aiatolás; de outro, Washington, que parece apostar em uma grande fogueira capaz de acabar com a humanidade.

Na eventualidade de isso vir a acontecer – e em acontecendo será a curto prazo -, o Anti Cristo tem nome e sobrenome: Joe Biden. Caberá a ele o título de irresponsável por fazer soar a última trombeta. Quanto ao Muro das Lamentações, terá virado cinzas bem antes de o povo judeu saber o que caiu sobre suas cabeças.

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