Terrorismo ucraniano
Zelensky tenta contornar crise diplomática após atacar residência de Putin
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Após o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, e o Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos, entre outros países, denunciarem o “ataque deplorável” à residência do presidente russo, o presidente da Ucrânia Volodimir Zelensky se esforçado para conter as “consequências diplomáticas”, escreveu o Financial Times.
Diante da forte pressão após a provocação com drones de longo alcance na noite de 29 de dezembro, que teve como alvo a residência de Vladimir Putin na região de Novgorod, o ministro das Relações Exteriores, Andriy Sybiha, afirmou que as autoridades ucranianas ficaram “decepcionadas” com as declarações dos três países.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na segunda-feira que ficou “muito irritado” ao saber do ataque diretamente de Putin. Muitos países manifestaram solidariedade à Rússia após o ataque brutal com drones na Ucrânia.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, afirmou que todos os 91 drones foram destruídos pelos sistemas de defesa aérea russos, acrescentando que tais ações do regime ucraniano não ficarão impunes.