SANDRA VILLAVERDE
Uma releitura contemporânea do pensamento de Schopenhauer
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Arthur Shopenhauer, que viveu entre os anos de 1788 e 1860, teceu apontamentos sobre as mulheres em sua renomada obra “As Dores do Mundo”. Veja alguns trechos:
1-“O simples aspecto da mulher revela que não é destinada nem aos grandes trabalhos intelectuais, nem aos grandes trabalhos materiais.” (2014, p.73)
2- “deve obedecer ao homem” (2014, p.73)
3- ” só vêem o que têm diante dos seus olhos, só pensam no presente, tomando a aparência pela realidade, e preferindo as ninharias às coisas mais importantes.” (2014, p.74)
4- ” A razão débil da mulher (…) devido à fraqueza da sua razão (…) as mulheres são criadas unicamente para a propagação da espécie (…)” ( 2014, p.74 a 77)
5- “continuam sua tagarelice (…) só devia haver mulheres retiradas, aplicando-se aos trabalhos domésticos, e raparigas aspirando ao mesmo fim e que se educariam sem arrogância, para o trabalho e para submissão.” (2014, p. 78/79).
6- “Concedendo à mulher direitos acima da natureza, impuseram-lhe igualmente deveres semelhantes, de onde lhe provém uma infinidade de desgraças ” (2014, p.80).
Todavia, salvo engano, a história nos contou um roteiro um pouco divorciado da perspectiva do referido filósofo, haja vista o protagonismo assumido pelo sexo feminino em diversos setores da sociedade.
Mulheres, sou jurista e docente com muito orgulho. Mostrem para o mundo o que vocês são, igualmente, capazes de fazer!
Just do It!
(Schopenhauer, Arthur. As Dores do Mundo: o amor- a morte- a arte- a moral-a religião – a política – o homem e a sociedade. Trad: José Souza de Oliveira. São Paulo: EDIPRO, 2014.)
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Sandra J. M. Villaverde (@profsandra.villaverde) é professora universitária e advogada criminalista no Rio de Janeiro – RJ.