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Petróleo iraniano

China ironiza novas sanções americanas contra as suas indústrias

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Autor/Imagem:
Antônio Albuquerque - Foto de Arquivo

A China deixou claro que não pretende acatar as sanções impostas pelos Estados Unidos contra empresas chinesas acusadas de adquirir petróleo do Irã.

Em nota divulgada no sábado, 2, o Ministério do Comércio chinês reiterou posição que já vinha sendo adotada desde o ano passado: tais medidas, segundo Pequim, “não devem ser reconhecidas, implementadas ou respeitadas”.

Nos últimos meses, Estados Unidos intensificaram a pressão econômica sobre o Irã, ampliando sanções contra refinarias chinesas que importam petróleo bruto iraniano, frequentemente negociado a preços mais baixos.

Para o governo chinês, essas ações extrapolam os limites do direito internacional. O ministério argumenta que as sanções americanas “proíbem ou restringem indevidamente atividades econômicas e comerciais legítimas de empresas chinesas com países terceiros”, além de violarem normas básicas que regem as relações internacionais.

Pequim também reafirmou sua oposição histórica a medidas unilaterais que não contam com respaldo da Organização das Nações Unidas, sustentando que tais iniciativas carecem de legitimidade jurídica no cenário global.

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