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Abacaxi do Petrolão cresce, azeda e Graça deixa Petrobras

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Graças Foster está de saída da presidência da Petrobras. A decisão já teria sido comunicada pelo Palácio do Planalto, segundo informa o Uol. Dilma Rousseff, diz a reportagem, resistia à troca, por entender que Graça servia de anteparo para isolá-la do escândalo de corrupção descoberto pela Polícia Federal, durante a Operação Lava Jato.

A gota d´água para a saída de Graça seria a divulgação, na semana passada do balanço não auditado referente ao terceiro trimestre, com um atraso de dois meses em relação ao prazo legal. Dilma teria se irritado, particularmente, com a divulgação de que o sobrepreço nos projetos da empresa poderia atingir até R$ 88 bilhões – um valor que surpreendeu o mercado e parte do governo.

O próprio Ministério Público Federal, que recolhe os depoimentos das delações premiadas de envolvidos no esquema, trabalha com uma cifra menor – ao redor de R$ 2 bilhões a R$ 4 bilhões.

Dilma ainda não teria encontrado um substituto para Graça. Segundo o Uol, a escolha de um novo presidente para a Petrobras começou na semana passada e envolve figuras de peso no Planalto, como o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Haveria, porém, muita resistência por parte das pessoas sondadas, devido à situação da petroleira.

Desmantelar o esquema de corrupção revelado pela Polícia Federal e isolar a companhia de interesses políticos é apenas uma parte da missão do eventual novo ocupante da cadeira de Graça.

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