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Roberto Cyborg revela que irá disputar o Mundial de Jiu-Jitsu

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No início deste mês, Roberto Cyborg comunicou, via redes sociais, que não disputaria o Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu, programado para acontecer de 28 de maio a 1º de junho, na Califórnia, por ter quebrado a mão. Mas, como sugere o apelido, o campeão absoluto do ADCC 2013 não é normal. E, com uma recuperação relâmpago, revelou que irá disputar o evento mais importante da arte suave.

Em entrevista exclusiva à TATAME, Cyborg disse que vai tentar o título no peso e na divisão aberta e enalteceu os treinos com Léo Nogueira.

“É um privilégio tê-lo aqui. Ele é um monstro no tatame e um cara gente boa demais, humilde. O Leozão foi abraçado pela equipe, e estamos treinando todos os dias juntos. Ele elevou muito o nível do meu treino, pois estou levando amasso desse monstro diariamente”.

Qual é a expectativa para o Mundial da Califórnia?
As expectativas são ótimas! Estou em uma forma muito boa. Sofri um acidente durante um treino de três semanas atrás, no qual quebrei a mão. Já estou me recuperando e espero estar 100% para competir.

Como estão os treinos para o torneio?
Os treinos de Jiu-Jitsu aqui em Miami estão pegando fogo. Além da preparação física muito intensa com meu treinador, Eduardo Ferrino, estou treinando Judô com o sensei Marcos Silva. O nível está bem alto. Estamos entrando com 30 competidores esse ano no Mundial. A equipe vem crescendo muito, e meus alunos estão muito bem preparados. Entramos no Boca Open esse mês aqui na Flórida para testar a molecada, e todo mundo deu show. Estou muito feliz com os resultados dos treinos até agora. A Fight Sports vai começar a fazer barulho.

O que está achando dos treinos com o Léo Nogueira?
É um privilégio tê-lo aqui. Ele é um monstro no tatame e um cara gente boa demais, humilde. O Leozão foi abraçado pela equipe, e estamos treinando todos os dias juntos. Ele elevou muito o nível do meu treino, pois estou levando amasso desse monstro diariamente.

Você acha que o título do ADCC deixará você mais visado?
Com certeza, aumentou muito a visibilidade do meu trabalho. Sempre me saí melhor sem quimono, tanto que fui campeão mundial e do ADCC. Agora, só me falta esse título do Mundial de quimono para eu coroar a minha carreira. Se vier o absoluto, fecho com chave de ouro. Vou dar o meu melhor para realizar esse sonho. Peço a Deus todas as noites e treino muito para que isso aconteça. Estou sem pressão nenhuma nas costas. Quero dar o meu melhor e fazer grandes lutas, como sempre. Se eu voltar com o título, melhor ainda (risos).

Já deu para sentir que os adversários estão estudando mais seu jogo?
Isso sempre aconteceu. Estudam meu jogo há muito tempo, pois estou competindo no circuito internacional como faixa-preta faz 10 anos (risos). Quanto mais estudam meu jogo, mais eu melhoro. Não estou preocupado com isso. Trabalho sempre na base da superação pessoal. Sei do meu potencial e, se eu estiver no meu dia e tudo correr como o planejado, tenho grandes chances de trazer o título para casa.

Quem são os principais adversários que poderá ter pelo caminho no seu peso?
O Buchecha é o grande nome da categoria. O moleque é sinistro, não perde de quimono faz tempo. O Alexander Trans e ele são as duas maiores pedreiras do pesadíssimo. Ano passado, fiz uma luta dura contra o Trans e perdi de forma duvidosa na decisão dos juízes, pelas quartas-de-finais. Vou para a guerra de novo, e vamos ver no que vai dar. Estarei no absoluto também. Não entrar no absoluto do Mundial é como um surfista ver as maiores ondas do mundo na frente dele e não cair na água. Eu não perderia por nada essa oportunidade.

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