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Estrutural

Asof repudia associar demissão de professora a ação de tenente

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Foto/Imagem:
Carolina Paiva, Edição - Foto de Arquivo

A Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal (Asof/PMDF) repudiou nesta terça, 3, reportagem publicada nesta terça-feira (3), sob o título “Educadora que chamou PM de “cagão” é exonerada; militar ganha promoção”. A matéria, segundo a entidade, “é claramente tendenciosa e incorre em ilações falsas ao conectar dois fatos que não têm qualquer relação entre si.”

Ainda de acordo com a Asof, a professora foi exonerada “porque não se alinhava com o que a comunidade elegeu, que é o projeto das escolas militares, que foi submetido a votação, escolha e, por fim, foi implantado na Estrutural por decisão democrática da própria comunidade. A referida docente, por suas ideologias particulares, se voltou contra o que a maioria da comunidade decidiu.”

A associação pontua ainda que “já o tenente citado na reportagem foi vítima de perseguição da docente e não pode ser responsabilizado pelo estado geral de tensão existente no colégio devido à exacerbação ideológica e política. O militar é um excelente profissional, que trabalhou na escola com zelo e competência, ciente de suas responsabilidades, fazendo sempre o seu melhor para proteger os estudantes e suas famílias, os docentes e a própria comunidade.”

Ao contrário do que a reportagem alega, acrescenta a Asof, “não há coincidência alguma na promoção do militar, que nenhuma relação tem com a exoneração da docente. O tenente foi promovido com base nas regras de continuidade da carreira na PMDF, cumprindo rigorosamente o calendário de promoção, seguindo o rito processual, conforme prevê a legislação da Polícia Militar e dentro do prazo em que ele deveria ser promovido.”

Por fim, diz a Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal, “o teor da matéria deixa claro que a reportagem foi apurada sem a devida responsabilidade e isenção, requisitos mínimos essenciais para o correto exercício do ofício.”

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