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Brasil

Bolsonaro busca partido para chamar de seu

Marta Nobre

Jair Bolsonaro está de malas prontas para baixar âncoras em uma nova legenda. Vai deixar o PSL e está procurando um partido para chamar de seu. Na legenda que ele ‘usou’ para chegar ao Palácio do Planalto, não há mais espaço nem para ele nem para seus filhos Eduardo (deputado por São Paulo) e Flávio (senador pelo Rio de Janeiro).

A nível nacional alguns parlamentares vão segui-lo no novo desafio. Os filhos, claro, e entre 20 e 25 deputados federais. A debandada não será maior porque a grande maioria da bancada no Congresso Nacional acusa o presidente de acobertar coisas erradas, como o episódio de Fabrício Queiroz, no Rio de Janeiro, e o laranjal supostamente plantado pelo ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio em Minas Gerais.

Bolsonaro, segundo gente do próprio PSL, quebrou a promessa de acabar com a corrupção e faz mais do mesmo, embora diga para seus seguidores que não compactua com a velha política. Luciano Bivar, fundador do partido, não está preocupado com a debandada. Ele avalia que com os recurso destinados ao PSL para as próximas eleições (mais de 400 milhões de reais do Fundo Partidário) terá cacife suficiente para eleger um novo grupo. Gente, de preferência, que não queira ser maior do que o rei.

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