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Mundo

Brasil, Colômbia e EUA armam ataque a Maduro

Bartô Granja, Edição

Uma jogada política macabra está prestes a incendiar a América do Sul. Trata-se de uma eventual reativação do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (Tiar). O assunto, que obriga seus signatários a se unirem para enfrentarem inimigo comum no campo de batalha está sendo discutido, a pedido do Brasil, por Colômbia e Estados Unidos, entre outras nações.

O alvo, na eventualidade de o tratador voltar a vigorar, será a Venezuela, cujo presidente Nicolás Maduro já repeliu vários golpes de estado e mostrou-se confiante em um confronto até com os norte-americanos. O estopim dessa aliança seria a declaração de guerra da Colômbia contra a Venezuela.

Fontes diplomáticas admitem que o Brasil se uniu a Colômbia, Estados Unidos e aos representantes de Guaidó (o auto-proclamado presidente venezuelano) para apresentar a proposta de convocação de uma reunião dos signatários do tratado para a segunda quinzena do mês.

Os militares brasileiros têm rechaçado desde o início do mandato de Jair Bolsonaro a possibilidade de uso de força para lidar com a crise no país vizinho. Outros integrantes do governo, como o próprio presidente Jair Bolsonaro, no entanto, já adotaram falas nebulosas sobre o assunto. A discussão na OEA não se deu antes da consulta aos militares e da garantia de que a intenção é intensificar tão somente instrumentos de pressão política e econômica contra Maduro – sem uso militar.

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