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Lá vêm os vikings

Brasil encara esquadra que rema contra a maré

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Autor/Imagem:
Marcos Cavalcanti - Foto Getty Image

A seleção da Noruega será a adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Em uma partida dramática disputada nesta terça-feira, 30, os chamados “guerreiros vikings” derrotaram a Costa do Marfim por 2 a 1 e garantiram vaga na próxima fase do Mundial, onde enfrentarão a equipe comandada por Carlo Ancelotti.

O confronto foi marcado por muita intensidade e emoção do início ao fim. A Noruega saiu na frente ainda no primeiro tempo com um belo gol de Antonio Nusa, que aproveitou a assistência de Martin Ødegaard para colocar os europeus em vantagem. A resposta marfinense veio na etapa final. O atacante Amad Diallo, que havia acabado de entrar em campo, recebeu de Nicolas Pépé e acertou um forte chute para empatar a partida, reacendendo as esperanças da seleção africana.

Quando o duelo caminhava para a prorrogação, apareceu a principal estrela norueguesa. Aos 85 minutos, Erling Haaland mostrou mais uma vez o oportunismo que o transformou em um dos maiores centroavantes do futebol mundial. Após cruzamento rasteiro de Patrick Berg, o camisa 9 apareceu livre na pequena área para apenas completar para as redes e decretar a vitória por 2 a 1. O gol foi o 60º de Haaland pela seleção principal, consolidando sua condição de principal referência ofensiva da equipe.

A classificação confirma a força da geração mais talentosa da Noruega nas últimas décadas. Liderada por Haaland e pelo capitão Martin Ødegaard, a equipe voltou a disputar uma Copa do Mundo após longa ausência e já demonstra capacidade para competir entre as principais seleções do planeta.

Para o Brasil, o confronto promete ser um dos mais difíceis do mata-mata até aqui. Se a Seleção Brasileira chega embalada pela vitória de virada sobre o Japão, terá pela frente um adversário que alia organização tática, intensidade física e um dos atacantes mais letais do futebol mundial.

O duelo entre brasileiros e noruegueses valerá vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. De um lado, a tradição de uma seleção cinco vezes campeã. Do outro, os vikings que insistem em remar contra a maré e sonham em transformar a geração de Haaland na maior da história do futebol norueguês.

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