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Esportes

Brasil está quase fora da F-1 este ano

Antônio Albuquerque, Edição

O chefe da Mercedes, Toto Wolff, comentou a postura dos bastidores da Fórmula 1 em relação às chances do Grande Prêmio do Brasil e do México acontecerem neste ano, agendados para os meses de outubro e novembro, respectivamente.

Segundo ele, a situação dos países com o coronavírus impede a realização dos eventos. “Olhando agora, você não pode imaginar que iríamos para lá”, afirmou, em entrevista à BBC.

Depois do primeiro dia de treinos livres no GP da Áustria, o primeiro da temporada, Wolff revelou que Chase Carey, chefe da F1, não está otimista a respeito da viabilidade das duas corridas.

“Com base nas minhas conversas com Carey, ele não quer fechar nenhuma porta, mas não parece que iremos para lá. Eles são muito cuidadosos e não iriam lá se isso representasse um risco para o nosso povo”, disse.

Atualmente, o calendário da F1 tem apenas oito corridas confirmadas, todas na Europa, e no intervalo das próximas 10 semanas.

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