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Lago Oeste

Café pode render um extra para quem tem chácara

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Foto/Imagem:
Carolina Paiva, Edição - Foto de Arquivo

A Emater está promovndo uma séri de reuniões para falar sobre cultivo de café. A última foi no núcleo rural Lago Oeste, na Região Administrativa de Sobradinho. A atividade foi voltada para produtores rurais da região que estão interessados em investir no grão, principalmente para a produção de cafés especiais, nicho que está se tornando cada vez mais promissor na capital federal.

O encontro foi realizado no salão da Associação dos Produtores do Lago Oeste (Asproeste). A ideia é que o grupo se una para trocar experiências e também para que possam realizar compras coletivas de insumos. De acordo com o engenheiro-agrônomo da Emater-DF Bruno Caetano, que conduziu o evento, o Distrito Federal possui as características ideais para o cultivo do grão.

“Grande parte dos cafés especiais vêm da espécie arábica, que prefere maiores altitudes, com temperaturas mais amenas. O Lago Oeste possui ótimas condições para esse plantio”, observa.

O engenheiro-agrônomo ressaltou que o mercado de cafés especiais tem crescido bastante em Brasília. “É preciso ter um pouco de paciência, já que a produção exige uma espera de aproximadamente dois anos para a primeira colheita. Além disso, é necessário secar, descascar, torrar e moer o grão, mas os preços pagos pelo produto final compensam muito”, explica.

As possibilidades de ganhar dinheiro com cafés especiais são variadas. “Além da venda para restaurantes, bares e bistrôs, alguns produtores desejam fazer de sua propriedade um ponto de degustação. O clima rural e bucólico do Lago Oeste favorece esse tipo de negócio”, avalia Bruno Caetano.

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