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Brasil

Câmara entra de sola contra venda de refinaria

Bartô Granja, Edição

O ainda presidente da Petrobras Roberto Castello Branco, foi chamado pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados para explicar a venda da Landulpho Alves (RLAM), refinaria da estatal na Bahia. Castello Branco será substituído no cargo na segunda, 12, pelo general Joaquim Silva e Luna, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro.

O negócio coma refinaria está sob suspeita pois foi fechado por cerca da metade do valor que a própria companhia havia definido. A ideia é que o presidente demissionário seja ouvido por uma comissão mista, com a participação inclusive de petroleiros, dirigentes da Bolsa de Valores do Tribunal de Contas da União.

A venda da Refinaria Landulpho Alves para o fundo de investimento Mubadala foi confirmada no final de março pelo valor de US$ 1,65 bilhão. A própria Petrobras havia definido preço de US$ 3,04 bilhões. “Até a turma da XP Investimentos, que quer privatizar tudo, viu que tem coisa errada aí. O presidente da Petrobras foi questionado sobre essa venda pelos engenheiros e funcionários da Petrobras, e sua carta com esclarecimentos deixou mais dúvidas do que resposta. Metade do valor é um deságio que não faz absoluto sentido”, disse Solla.

“Sempre fomos contra essa venda por concepção, por entender que nossas refinarias garantem nossa soberania energética nacional. Vendê-las é render o país a essa política de preços estúpida, em que conseguimos extrair e refinar petróleo muito barato. Mas na bomba o consumidor paga o mesmo preço que se paga em Nova York ou em Londres, em dólar, quando nossa renda é em real. Isso quebra qualquer país”, complementou Solla.

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