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Brasil

Carteiro decreta greve contra a venda da estatal

Bartô Granja

Na lista de privatização do governo, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) vai estar vazia a partir desta quarta-feira, 11. Carteiros e funcionários burocráticos decidiram cruzar os braços. Quem sair de casa, será para manifestações públicas contra a venda da estatal.

A greve foi decidida na noite anterior, em reuniões nos principais sindicatos da categoria espalhados pelo Brasil. A paralisação, segundo os ‘carteiros’, é para combater a política de redução de salários e de benefícios.

A maior preocupação, porém, é com a eventual transferência da empresa para o capital privado. A greve foi decidida em assembleias de quase todas as sedes estaduais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

O comando da estatal foi mudado há pouco mais de três meses. A ordem do Palácio do Planalto é apressar o processo de privatização. A ECT tem o monopólio de serviços postais no Brasil.

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