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Brasília

Cavalo de Troia ameaça o futuro do Banco de Brasília

Foto/Arquivo Notibras
Antônio Albuquerque

A Diretoria Colegiada do Sindicato dos Bancários do Distrito Federal, que acaba de reconduzir Kleiton Morais para a presidência, vai cobrar do Banco de Brasília isenção e colaboração com o Ministério Público em torno da Operação Circus Maximus, que descobriu um golpe de milhões de reais naquela instituição financeira.

Servidores do banco temem que Paulo Henrique Costa, colocado na direção do BRB pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), fraqueje e mantenha ao seu lado colaboradores suspeitos. Chegam mesmo a sugerir que PH use pulso firme e afaste algumas pessoas antes que a investigação do MP se aprofunde.

Entre os bancários comenta-se a existência de indícios de que um ou mais altos funcionários lotados na Diretoria de Rede mantenham relações próximas com Ricardo Leal, ex-conselheiro-chefe, e Vasco Cunha, ex-presidente, atualmente presos na Penitenciária da Papuda. É um grupo conhecido por compra e venda de cavalos.

Durante as investigações da Circus Maximus, deflagrada no fim do ano passado, muita gente foi flagrada com dinheiro em espécie. A justificativa era ‘negócios com cavalos’. O mercado de compra e venda de equinos é considerado canal para lavagem de dinheiro. Um dos envolvidos, junto com Ricardo e Vasco, seria o ex-diretor Adonis Assumpção.

Com o avanço das investigações, supõe-se que os procuradores e promotores cheguem a um verdadeiro Cavalo de Troia, que estaria sendo criado dentro do próprio Banco de Brasília. O risco, avaliam atentos servidores, é que a rede se alastre, podendo pegar mais gente que prefere manter os olhos fechados.

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