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Veículos

Chegou a nova geração de Jimmy, o sapeca

Mário Camargo, Edição

Quase um ano depois de fazer sucesso no Salão de São Paulo, a nova geração do Suzuki Jimny finalmente vai começar a chegar às ruas brasileiras. O modelo chega por aqui importado do Japão como Jimny Sierra. O “sobrenome” é para diferencia-lo da antiga geração do jipe, que continuará sendo produzida em Catalão (GO).

Na época do Salão, foram anunciadas três versões. Uma de entrada, com câmbio manual de cinco marchas, e outras duas com uma inedita transmissão automática. O câmbio, no entanto, é uma unidade antiga, de apenas quatro marchas.

O motor é um quatro cilindros de 1,5 litro que entrega 102 cv e 13,3 mkgf de torque a 4 mil rpm. A potência parece pouca, mas o jipinho é leve. São no máximo 1.135 quilos na versão automática de topo, pouco mais do que um Chevrolet Onix. Entretanto, desempenho no asfalto certamente não será o forte do Jimny. Ainda assim, trata-se de uma evolução sobre o 1.3 de 85 cv que equipa o modelo atual.

Uma das melhorias mais importantes está na segurança. O novo Jimny tem itens como monitores de faixa de rolamento, controles de estabilidade e tração, assistente de farol alto e sistema de frenagem automática de emergência. O jipinho tem sensores no parabrisa que medem a distância do carro da frente e podem auxiliar numa frenagem ou mesmo aplicar os freios sem que o motorista pise no pedal.

Também há controle de descida, para comandar a velocidade do Jimny automaticamente em declives acentuados. Ainda no capítulo fora de estrada, a nova geração do modelo tem um sistema que simula bloquei de diferencial com uso dos freios. Isso serve para transferir força para a roda com mais tração em cada eixo. Ainda assim, o Jimny Sierra mantém a tração integral com reduzida acionada por uma alavanca no interior.

Por dentro, o espaço se mantém restrito para quatro pessoas. No entanto, o acabamento melhorou e os ocupantes também têm mais amenindades. Há ar-condicionado automático, comandos de som no volante e uma nova central multimídia. Ainda assim, a cabine mantém o ar simples e funcional. O porta-malas continua minúsculo. Com os bancos traseiros no lugar, são apenas 85 litros segundo a Suzuki. Para levar mais bagagem, é necessário rebater os encostos traseiros. Isso amplia a capacidade para 377 litros.

O visual do novo modelo é um charme à parte. O utilitário manteve as linhas robustas, mas mostra evolução ante o modelo anterior. Sem perder a simplicidade, ganhou recursos e tecnologia para continuar agradando seu público cativo.

As dimensões são quase as mesmas. O comprimento se manteve o mesmo da antiga geração, em 3,64 metros considerando o pneu sobressalente. O entre-eixos também não muda, com compactos 2,25 metros. A largura cresceu quatro centímetros para 1,64 metro.

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