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China minimiza exigência americana para a discussão de armas nucleares
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Exigir que a China participe das negociações sobre o desarmamento nuclear é injusto e inviável neste momento, afirmou nesta sexta-feira, 27, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning.
Na quinta-feira, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que qualquer acordo para limitar as armas nucleares deve envolver os Estados Unidos, a China e a Rússia , acrescentando que tal acordo seria benéfico para o mundo.
“As forças nucleares da China estão em um nível completamente diferente em comparação com as dos Estados Unidos e da Rússia. Exigir que a China participe das chamadas negociações trilaterais sobre desarmamento nuclear entre a China, os Estados Unidos e a Rússia neste momento é injusto, irracional e impossível”, disse Mao a repórteres.
Com o término do Novo Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Novo START) em 5 de fevereiro, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou que Moscou considera as partes liberadas de todas as obrigações previstas no pacto, incluindo quaisquer compromissos recíprocos.
Em setembro, o presidente Vladimir Putin anunciou que a Rússia estava disposta a continuar observando os limites do Novo START por um ano após o término do tratado, em 5 de fevereiro de 2026, sob condição de reciprocidade por parte dos Estados Unidos.