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Brasil

Começa revolta contra o semi aberto para Lula

Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação
Antônio Albuquerque

Grupos anti-petistas começam a fazer coro em Brasília contra eventual concessão de regime semi aberto para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. São movimentos políticos, civis e militares. Um os porta-vozes desse grupo é o major-brigadeiro Jaime Rodrigues Sanchez. Ele acusa a subprocuradora-geral da República Áurea Lustosa Pierre de agir no sentido de beneficiar a maior estrela do PT.

“Há um asqueroso e peçonhento monstro rondando a capital da República. Tem duas pernas (numa referência à procuradora Áurea Lustosa). É varicosa e peluda, que responde a processo disciplinar por não dar andamento a mais de  mil processos no prazo legal, e agora se apressa em pedir a progressão da pena do dono da alma mais desonesta da face da Terra”, diz Jaime Sanchez.

O militar se refere ao parecer encaminhado por Áurea Lustosa ao Superior Tribunal de Justiça, defendendo o regime semi-aberto para Lula. O brigadeiro cobra justificativas convincentes. E indaga: quais alegações? Bom comportamento? Onde se encontra preso, ele só conseguiria quebrar alguns móveis. Leitura de livros? Ele é analfabeto. Trabalho comunitário? Ele nunca trabalhou”.

Jaime Sanchez afirma que a subprocuradora “já havia pedido a suspeição do ministro Sérgio Moro (da Justiça e Segurança Pública) para julgar o ex-presidente mais corrupto do universo desde Adão, sob o argumento de que ele havia aceitado cargo político no governo da oposição”.

Entretanto, segundo o major-brigadeiro, o ministério ocupado por Moro “é um cargo executivo que era político na época do toma-lá-dá-cá, quando os bandidos assumiam e eram exonerados dos ministérios ao sabor das denúncias de corrupção, aí deixando seus ovos podres no segundo escalão, que acabaram por contaminar e destruir a Nação”.

Jaime Sanchez acusa o próprio STJ de fazer parte ‘da manobra’ para colocar Lula em liberdade, quando, “sem coragem para contrariar as provas do processo e absolver o criminoso, reduziu sua pena para acelerar o regime de progressão”. Na verdade, diz o militar, “o objetivo não era exatamente a libertação do mega-bandido, pois até mesmo a deputada Gleisi Hoffmann e o mais idiota dos petralhas sabem que, com todos os crimes cometidos, ele certamente será condenado a penas semelhantes às de José Dirceu e Sérgio Cabral”, referindo-se, supostamente, a uma eventual condenação no processo d sítio de Atibaia.

O major-brigadeiro alerta para uma manobra que tem por fundo ‘estraçalhar’ o governo de Jair Bolsonaro”. Jaime Sanchez conclui afirmando que “depende de nós, civis e militares, cada um com suas ferramentas disponíveis, abortar cada tentativa de boicote e garantir o sucesso, até sua completa execução, do plano traçado pelo nosso presidente para resgatar o País e seu povo da catastrófica situação em que se encontra”.

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