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Mundo

Coreia desafia Trump de novo e dispara mísseis balísticos

Bartô Granja, Edição

O Comando Conjunto da Coréia do Sul disse em um comunicado, citado pela mídia local, que a Coréia do Norte disparou dois projéteis não identificados no mar ao largo de sua costa oriental na manhã de sexta-feira, 16, horário local. Os militares sul-coreanos disseram que os projéteis foram disparados perto da cidade de Tongchon, na província de Kangwon, no Mar Oriental, também conhecido como Mar do Japão.

“Os militares estão monitorando a situação em caso de lançamentos adicionais, mantendo uma postura de prontidão”, disse o comunicado, citado pela AFP.

Desde que o líder norte-coreano Kim Jong Un e o presidente dos EUA, Donald Trump, se reuniram na zona desmilitarizada coreana e concordaram em retomar as negociações paralisadas com desnuclearização, Pyongyang já realizou vários lançamentos, afirmando que visavam desencorajar Seul e Washington de realizar manobras militares conjuntas.

O Ministério da Defesa sul-coreano disse no início desta semana que Seul planeja modernizar sua frota de caças nos próximos cinco anos e buscar mais oportunidades de defesa no espaço. O plano da Coréia do Sul vem na esteira da Coreia do Norte lançando vários projéteis, que Seul classificou como mísseis balísticos, nas últimas semanas.

Na quinta-feira, o ministro da Defesa do Japão, Takeshi Iwaya, também enfatizou a necessidade de fortalecer os esforços de vigilância devido à possibilidade de que a Coréia do Norte possa disparar mais mísseis após seus lançamentos nas últimas semanas.

Em uma declaração após os testes de mísseis, Kim disse que os testes foram feitos para alertar a Coréia do Sul e os Estados Unidos a pararem com seus exercícios militares, que o líder norte-coreano afirmou violar o acordo de junho de 2018 entre ele e Trump.

A Coréia do Norte tem estado envolvida em negociações de desnuclearização com os Estados Unidos desde 2018. Kim e Trump expressaram seu compromisso com esse processo em sua primeira reunião bilateral em Singapura em junho de 2018.

Os dois líderes se reuniram pela segunda vez no Vietnã em fevereiro de 2019, mas suas negociações terminaram abruptamente sem um acordo ou um consenso sobre suas condições. Enquanto Pyongyang quer que as sanções internacionais sejam suspensas, Washington insistiu que Pyongyang primeiro abandonasse completamente seu programa nuclear.

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