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Tensão na Ásia

Coreia testa mais mísseis e deixa vizinhos em alvoroço

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Bartô Granja, Edição - Foto Divulgação

A Coreia do Norte disparou três mísseis balísticos não identificados nesta quarta-feira, segundo a agência de notícias Yonhap, da vizinha Coreia do Sul. Já o Ministério da Defesa do Japão, que monitora com preocupação esses testes, indicou que a altitude de voo do primeiro míssil foi registrada em 550 km, com um alcance de 300 km, enquanto o segundo míssil teria atingido uma altitude de voo de 50 km e um alcance de 750 km.

Dois dos três mísseis balísticos caíram fora da zona econômica exclusiva do Japão. Nenhum dano foi causado pelos lançamentos. O ministro da Defesa japonês, Nobuo Kishi, disse a repórteres que os lançamentos de mísseis foram “uma provocação direta e totalmente inaceitáveis”.

A Yonhap informou que o presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol convocou uma reunião do Conselho de Segurança Nacional após os lançamentos dos mísseis. Na Coreia do Sul, foram lançados dois mísseis em resposta aos testes da Coreia do Norte. Os disparos ocorreram em meio a preocupações de que a Coreia do Norte pudesse realizar um ICBM ou teste nuclear para reforçar sua presença militar e fortalecer a unidade nacional diante dos surtos de Covid-19 e dificuldades econômicas.

Os EUA indicaram que estão cientes dos lançamentos de Pyongyang, observando que o governo Biden está “consultando de perto seus aliados e parceiros. “Embora este evento não represente uma ameaça imediata para o pessoal ou território americanos, ou para nossos aliados, os lançamentos de mísseis destacam o impacto desestabilizador do programa de armas norte-coreanos”, revelou o Comando Indo-Pacífico em comunicado.

O presidente dos EUA, Joe Biden, foi informado sobre os eventos. No lançamento anterior no início deste mês, um movimento considerado por alguns como uma tentativa de diversificar seus sistemas de armas nucleares, a RPDC lançou o que se pensava ser um ICBM e, em seguida, um aparente míssil balístico lançado por submarino.

O suposto teste de mísseis ocorre apenas um dia depois que o presidente dos EUA, Joe Biden, concluiu uma viagem à Ásia com o objetivo de fortalecer as alianças de segurança com Seul e Tóquio. No domingo, enquanto estava na Coreia do Sul, Biden teria dito que não estava preocupado com a Coreia do Norte realizando testes nucleares enquanto estava na Ásia, porque Washington “está preparado para qualquer coisa e responderá às ações de Pyongyang.”

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