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O amor é inebriante

Cortes Superiores voltam à paz em clima de romance

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@donairene13 - Foto Divulgação

Há muito tempo Brasília não assistia a uma história capaz de atravessar os corredores sisudos das cortes superiores com a leveza de um romance elegante. Em meio a votos, sessões solenes e agendas quase sempre marcadas pela formalidade, o que passou a chamar atenção nos bastidores do poder foi a atmosfera de encantamento envolvendo o ministro Gilmar Mendes, do STF, e a ministra Morgana de Almeida, do TST. O comentário já circula com naturalidade entre magistrados, assessores e figuras tradicionais da capital: o amor está no ar nas cortes superiores de Brasília.

Os dois formam um casal improvável apenas para quem acredita que o mundo jurídico é incapaz de abrigar delicadezas. Porque o que se percebe entre Gilmar e Morgana é justamente uma rara combinação de sofisticação, cumplicidade e serenidade. Não há excessos, nem necessidade de grandes gestos públicos. O romance parece se revelar nos detalhes: nos olhares demorados, na presença constante e naquela intimidade silenciosa típica das relações maduras, construídas menos pelo espetáculo e mais pela admiração recíproca.

Em uma cidade acostumada a alianças frias e relações calculadas, o envolvimento entre Gilmar Mendes e Morgana de Almeida surge quase como uma pequena rebeldia afetiva. Talvez por isso desperte tanta curiosidade e encanto. Brasília sempre soube produzir poder. Mas, de tempos em tempos, também produz histórias capazes de humanizar seus personagens mais imponentes. E hoje, sem dúvida, a mais comentada delas atende pelos nomes de Gilmar e Morgana.

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