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Brasil

Denúncia de genocídio deixa Bolsonaro acuado

Mário Camargo

Vem aí mais uma dor de cabeça para o presidente Jair Bolsonaro. A paulada foi desferida pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, ao pedir que o presidente da Corte, Luiz Fux, marque julgamento de uma notícia-crime apresentada contra o ocupante da cadeira mais alta do Palácio do Planalto.

Bolsonaro é suspeito de genocídio contra indígenas na pandemia de coronavírus. O objetivo é julgar se a Procuradoria-Geral da República deve abrir ou não um inquérito para investigar o presidente por sua conduta ao vetar trecho de lei para assistência a indígenas durante a pandemia. O texto determinava fornecimento de água potável e insumos médicos. A queixa ainda menciona a gestão do presidente na crise do coronavírus em relação ao restante da população..

O procurador-geral, Augusto Aras, já se manifestou contra a abertura do inquérito. Mas houve recurso, e o caso começou a ser analisado no plenário virtual. Após pedido de Edson Fachin, o caso foi remetido ao plenário comum do Supremo, cujas sessões ocorrem às quartas e quintas-feiras, com todos os ministros presentes. Essas reuniões podem ser por videoconferência ou na própria Corte.

 

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