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Desenho do cenário político mostra Dilma na corda bamba

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A presidente Dilma Rousseff vai precisar de uma engenharia política competente, jogo de cintura, pitadas de sorte e muita reza, para enfrentar os obstáculos que estão no seu atual caminho presidencial.

Dificuldades essas que ela mesma criou no seu primeiro mandato desastrado e pelo não cumprimento de promessas feitas na recente campanha de sua reeleição.

Na Câmara dos Deputados, desde a sua segunda posse como presidente, Dilma só sofreu derrotas humilhantes. Sua base aliada está estraçalhada, sem rumo. O PT, seu próprio partido se posicionou contra as  medidas que buscam acertar as contas públicas idealizadas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levi.

A inflação já ultrapassando 7%, fugiu do controle do governo. O varejo, principal motor da economia nacional, caiu de forma brutal. O setor industrial está no fundo do poço. O desemprego cresce a cada mês. Analistas já fazem previsão de que o país está às portas da recessão. As crises nas áreas de energia e água só aumentam, indicando que o racionamento será inevitável.

O que se vê hoje é uma Dilma acuada, nas cordas como um boxeador esmurrado.

Sua popularidade desabou. No Congresso Nacional aumentam os discursos falando de impeachment. Para março, estão anunciadas manifestações populares pelas ruas das grandes cidades. O escândalo da Petrobras está se aproximando do Palácio do Planalto.

O PMDB já deu inicio ao seu projeto de ter candidato próprio à presidência da República em 2018. O primeiro sinal do seu distanciamento do PT foi a escolha para liderar a bancada peemedebista na Câmara o deputado Leonardo Picciani, que liderou a campanha do candidato  Aécio Neves no Rio de Janeiro.

Para tencionar mais  ainda o cenário político nacional, o ex-presidente Lula está determinado a iniciar já  sua campanha para voltar ao Palácio do Planalto, em 2018. Certamente, o país vai ser incendiado, em prejuízo da governança de Dilma Rousseff.

Cláudio Coletti

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