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Bizu

Doria quer volta da oligarquia do Estado Novo

Pretta Abreu

A oligarquia política do velho Estado Novo está preparando sua volta pelas mãos de João Doria, o tucano que governa São Paulo e que anda voando pra cima e pra baixo tentando vender a ideia de ser presidente da República em 2022. O governador quer aparecer como um político capaz de quebrar a polarização partidária no País, hoje protagonizada por petistas e bolsonaristas. No afã de chegar lá, Doria resgata o ‘café com leite’ de outros tempos de São Paulo e Minas Gerais, com um arsenal de balas de fuzis do Rio de Janeiro. Essa estratégia ficou clara no sábado, 28, quando o tucano instalou seu ninho no território fluminense. O próximo passo será eleger o prefeito carioca em 2020. Para isso ele conta com o apoio de dois ex-aliados de Jair Bolsonaro – Paulo Marinho e Gustavo Bebianno – e com os votos que, acredita Doria, a dupla puro sangue Eduardo Paes-Mariana Ribas poderá arrastar para as urnas. A etapa seguinte será uma conversa com o governador mineiro Romeu Zema, a quem Doria atribuirá a missão de forçar João Amoêdo a desistir de qualquer ‘coisa nova’ na política.

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