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Mulher

E se lutarmos contra mutilação genital?, diz Mell

Foto/Reprodução
Carolina Paiva, Edição

A ativista Luisa Mell usou suas redes sociais para se defender após ter sido acusada por internautas de ter se posicionado de forma racista após o STF decidir que o sacrifício de animais em cultos religiosos é constitucional no Brasil.

Na ocasião, Luisa compartilhou um texto chamando a decisão de “absurdo” e “crime”, ao lado da foto de um cachorro triste.

“Degolar este inocente cachorrinho, se for em ritual religioso, está liberado! Esta foi a triste decisão do STF! […] É de uma barbaridade tão grande que nos faz pensar se realmente estamos vivendo um retorno à idade média. “, escreveu.

“Nada diferente de quando, em um determinado momento da história, alguns humanos justificavam o abuso de outros humanos simplesmente pela diferença em sua cor, religião…”, prosseguiu.

O tom de seu desabafo dividiu opiniões e gerou inúmeras críticas nas redes sociais, muitas das quais abordaram o aspecto de um suposto racismo nos comentários feitos por Luisa Mell, o que foi negado por ela.

Na tarde deste domingo, 31, Luisa usou os stories de seu Instagram para voltar a falar sobre o tema: “Se eu lutar contra a mutilação genital feminina que é realizada em algumas tribos africanas tudo bem? Ou eu também vou ser considerada racista?”

“Não vou ser considerada racista porque a vítima é uma pessoa, aí ‘tudo bem’, a luta é válida. A gente parte sempre do princípio que a dor dos animais importa menos que qualquer coisa do ser humano. Isso eu enfrento em todas as minhas lutas.”

A ativista ainda relembrou as acusações de “xenofobia” feitas a ela quando se posicionava contra vaquejadas, além de críticas que recebia ao se colocar contra testes em animais e abatedouros.

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