Curta nossa página


Dutch   English   French   German   Italian   Portuguese   Russian   Spanish


Mundo

El pobre Juan de Bolsonaro perde de Maduro do PT

Foto/Reuters - Sputniknews
Ka Ferriche

Guaidó, el pobre Juan, definitivamente não pode vencer os camaradas de Nicolás Maduro. São centenas de milhares armados até os dentes. Distribuídos nas Forças Armadas, na Guarda Nacional Bolivariana, nas milícias paramilitares e nos coletivos, estimados em 1,5 milhão, têm munição para furar um por um os apoiadores de Guaidó.

Os assassinos conhecidos como coletivos foram inspirados na força armada paralela brasileira, uma reserva de mercado para situações semelhantes no imaginário esquerdopata, que o PT supostamente consolidou nas favelas, rebatizadas de comunidades, com uma mãozinha do narcotráfico. São matadores por hobby. Engordam ainda o poderio bélico venezuelano, soldados de Cuba e armas da Rússia e China.

Deu água a manobra de Donald Trump, segundo o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, quando Vladimir Putin, presidente da Rússia, foi mais rápido no gatilho. El pobre Juan pagou o maior mico ao acreditar que Maduro iria mesmo embarcar para Havana com seus principais generais e os bilhões de dólares surrupiados do povo venezuelano.

Aí fica a pergunta no ar: o que o Brasil vai fazer? É certo que haverá um aumento no êxodo daqueles vizinhos para as nossas terras, já em situação de absoluta pobreza. Questionadas, as equipes brasileiras que recebem esses imigrantes na fronteira de Roraima, já não sabem que língua predomina na região. Além dos abandonados venezuelanos, existem lá abandonados brasileiros há muitos anos, igualmente sem escola, moradia, saúde e alimentação.

Ambos devem ser vistos como vítimas, sem dúvida. Mas cada qual produz a sua miséria e sobre isso não há argumento. Ajuda humanitária? Sim, claro, desde que “farinha pouca, nosso pirão primeiro”.

Não fomos nós que levamos Chavez e Maduro ao poder, ainda que, indiretamente, tenham sido ajudados por seus camaradas Lula, Zé Dirceu e Gleisi Lula Maduro Hoffmann, com o dinheiro das nossas necessidades básicas. Aqui os mais pobres ficaram sem e lá os deles também.

Maduro torrou 5 bilhões de dólares comprando fuzis e metralhadoras, deixando a população sem pão, sem água e sem energia elétrica. Analistas garantem que Bolsonaro e sua equipe, especialmente os generais Mourão e Heleno, devem a partir de agora deixar que eles se virem por lá. Radicais recomendam a recíproca com o fechamento das fronteiras também de lá pra cá. E uma placa: “VUELVE A TU CASA. PIDA A MADURO”.

Se é para falar de ajuda humanitária, caso o plano de Lula e Maduro também tivesse tido êxito no Brasil, os países vizinhos não iriam suportar em suas terras 200 milhões de moribundos verde-amarelos. Claro que não. A realidade é cruel. Mas é essa. Cada um escolhe o caminho que lhe convém e os venezuelanos escolheram o sonho de Gleisi. Paciência. Até Leopoldo López, uma espécie de Olavo de Carvalho de Guaidó, caiu fora e foi se esconder na embaixada do Chile em Caracas, no primeiro jato d´água disparado pela GNB.

Caracas! El pobre Juan… Se até Trump, que ofereceu aos ditadores residência em uma de suas torres com vista para o Central Park, cartão de crédito free Amex, um spa na Flórida para repouso sem remorsos e outros mimos, foi derrotado por Putin, não seremos nós que vamos encontrar solução para problemas alheios e mortes anunciadas.

O último conflito a ser considerado em nosso continente aconteceu nos anos 30 entre Paraguai e Bolívia, a Guerra do Chaco. Não é o caso da Venezuela, ninguém na América do Sul quer brigar com ela. Querem, sim, brigar por ela – EUA e Rússia. Aí os idiomas passam a ser Tomahawk e Kinzhal e é mais prudente sair dessa resenha.

El pobre Juan. Já temos problemas demais. Analfabetismo demais. Fome demais. Doenças demais. Daqui a pouco teremos venezuelanos demais. Em Curitiba não há mais vagas…

Publicidade
Publicidade
Publicidade

Copyright ® 1999-2019 Notibras. Nosso conteúdo jornalístico é complementado pelos serviços da Agência Brasil, Agência Brasília, Agência Distrital, Agência Estadão, Agência UnB, assessorias de imprensa e colaboradores independentes.

Segue a gente