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Curiosidades

Eles estão vindo. E são uns seres hiperinteligentes

Bartô Granja, Edição

Um objeto misterioso que atravessa nosso Sistema Solar pode ser uma sonda interestelar pilotada por seres hiperinteligentes, drevelou nesta seta, 20, ao The Sun, Seth Shostak, astrônomo sênior do Instituto de Pesquisa por Inteligência Extra Terrestre (SETI) na Califórnia, Estados Unidos.

Imagens de um novo corpo espacial de alta velocidade deixaram os cientistas atônitos. Registrado como C/2019 Q4, o objeto foi descoberto pelo astrônomo amador russo Gennady Borisov.

Embora deixe uma cauda gasosa em seu rastro, o objeto não pode ser descartado como uma espaçonave alienígena, afirmou Seth Shostak. Os estudos sugerem que a ‘nave espacial’ passará por Marte em meados do próximo mês. A Terra está em sua trajetória.

“Não podemos descartar que se trata de uma sonda interestelar”, disse Shostak. “Se observarmos de perto, podemos ver que ele tem um exterior de metal com vigias e rostinhos verdes olhando para nós”, afirmou o cientista, em tom de brincadeira.

Shostak é um dos principais cientistas do Instituto SETI, que se dedica a procurar as origens da vida no universo e a procurar possíveis sinais extra-terrestres.

“Sugeri à nossa equipe para darmos uma olhada neste novo objeto com o telescópio Allen”, afirmou o cientista. “Então, tiraremos quaquer dúvida”, acrescentou.

Um procedimento semelhante foi realizado anteriormente em relação a outro objeto interestelar, em forma de charuto, chamado Oumuamua, que ganhou as manchetes em 2017 quando foi notado ao sair do Sistema Solar.

Embora houvesse algumas suspeitas de que o objeto poderia ter sido uma sonda alienígena enviada por uma civilização distante, essas especulações não foram confirmadas no final.

Shostak, no entanto, acredita que existe vida além do nosso planeta e que houve visitantes na Terra no passado.

“Não tenho dúvidas de que alienígenas estão por aí. Se não acreditássemos nisso, não estaríamos fazendo nosso trabalho”, sublinhou. “É possível que eles tenham visitado a Terra em algum momento, talvez um bilhão de anos atrás, talvez 100 milhões de anos atrás. Talvez nunca saibamos”.

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