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Nova teoria

Faraós eram embalsamados com retirada do cérebro

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Foto/Imagem:
Bartô Granja, Edição - Foto Reprodução

As suposições anteriores sobre as técnicas de embalsamamento usadas pelos antigos egípcios foram contestadas por Stephen Buckley, um arqueólogo e químico analítico da Universidade de York. Buckley ofereceu uma nova visão sobre o processo de extração de um determinado órgão do corpo humano antes de transformá-lo em múmia.

Em vez de retirar pedaços de matéria cerebral pelo nariz usando ganchos, como geralmente se acredita ter ocorrido, os embalsamadores no antigo Egito podem ter recorrido a um método diferente. Buckley sugeriu que liquefazer o cérebro simplificaria muito o processo.

Tendo conduzido uma série de experimentos em ovelhas para testar como um cérebro poderia ser extraído, Buckley disse que “puxá-lo em pedaços não é particularmente eficiente/bem-sucedido”, embora a remoção pudesse ser realizada por meio de “inserções e remoções repetidas” do gancho.

Em vez disso, ele propôs que “liquidar o cérebro torna a remoção dele bastante direta”, pois aparentemente mexer o cérebro “por cerca de 20 minutos” resulta na liquidação do cérebro para que ele possa ser simplesmente derramado.

“Não é muito bom, mas é uma maneira muito mais eficaz de remover o cérebro”, observou o estudioso. Ele também registrou que, em alguns casos, “particularmente com as múmias reais anteriores, ainda bem preservadas”, os embalsamadores deixaram os cérebros dentro dos corpos, com esse tecido mumificado durante o processo de embalsamamento.

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