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Brasil

Farda 3oitão entra na reeleição de Bolsonaro

Marta Nobre

A fábula da formiga e da cigarra começa a ganhar contornos de realidade no campo politico. Na quarta, 18, haverá em Brasília uma reunião da Feneme. Vem a ser a entidade que representa policiais e bombeiros militares ativos, inativos e pensionistas.

São cerca de 980 mil em todo o País. Desses, estima–se que 80% apoiam abertamente a política de Estado de Jair Bolsonaro.

É justamente essa parcela que, ao tirar a farda nos momentos de folga – inclusive sábados, domingos e feriados -, vestirá a camiseta 3oitão coletando assinaturas presenciais e eletrônicas para viabilizar a Aliança pelo Brasil.

Sacramentada a decisão, dirigentes da federação irão ao Planalto para dar a notícia ao presidente. Será uma espécie de Natal antecipado.

A categoria, presente em todos os municípios brasileiros, e que entende de estratégia de ação em diferentes áreas, pretende esclarecer a população que não basta apoiar Bolsonaro. É preciso estabelecer uma base parlamentar forte de apoio ao presidente.

Já está decidido que serão lançadas candidaturas a prefeituras e câmaras municipais nas eleições do próximo ano. Como aliados de primeira hora, bombeiros e policiais militares acreditam que estarão em condições de ajudar a eleger uma bancada respeitável em 2022, além de contribuírem para a reeleição do próprio Bolsonaro.

Sobre associar-se Esopo e La Fontaine à iniciativa, bombeiros e policiais militares dão uma explicação plausível: só vence na vida quem trabalha. E que quando se trabalha em aliança, o reconhecimento pelo trabalho é mútuo. Já quem canta de galo na ‘terra dos altos coqueiros’ tende a morrer com os pulmões estourados.

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