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Flávio insiste em esquecer interesses do Brasil

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@donairene13 - Foto de Arquivo

Neste sábado, 28, Flávio Bolsonaro apareceu nos Estados Unidos participando da CPAC, um evento da extrema direita. Gastando dinheiro público e ao lado do seu irmão Eduardo, que está foragido da justiça, Flávio exibiu aquilo que já se tornou marca registrada da família Bolsonaro: uma constrangedora subserviência a Donald Trump. Em vez de defender os interesses do Brasil, preferiu atuar como coadjuvante em um palanque estrangeiro, pedindo monitoramento internacional das eleições brasileiras, como se a soberania nacional fosse detalhe descartável.

Flávio discursou visivelmente nervoso, em um desempenho que lembrou o episódio de 2016, quando desmaiou durante um debate, na campanha para a prefeitura do Rio. A cena constrangedora ganha contornos ainda mais vergonhosos quando se observa o conteúdo do discurso. Demonstrando insegurança e falta de preparo, expôs uma visão de país que abdica de autonomia e flerta perigosamente com a entrega de decisões estratégicas a potências estrangeiras.

Além disso, Flávio Bolsonaro sugeriu que pretende entregar aos Estados Unidos os recursos naturais do Brasil caso seja eleito, numa proposta explícita de submissão e um aceno claro de que o Brasil pode ser tratado como moeda de troca. Depois disso, ninguém poderá alegar surpresa. O aviso foi dado em alto e bom som.

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