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Educação

Galois media discussão sobre novo ensino médio

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Foto/Imagem:
Malu Oliveira, Edição/Via R+W Comunicação - Foto Divulgação

Em fase de implantação no Brasil, o Novo Ensino Médio tem como uma de suas promessas melhorar os índices educacionais com suas numerosas mudanças. Entre as mais destacadas está a ampliação da carga horária anual mínima, de 800 horas para 1.000 horas.

Mudança essa que pode tornar mais flexível a organização curricular, de forma que os estudantes tenham diversas possibilidades na hora de suas escolhas.

Outra mudança é que as disciplinas ficarão integradas em quatro áreas do conhecimento. Tal mudança permitirá aos estudantes escolherem itinerários formativos conforme os seus interesses e planejar suas carreiras.

As quatro áreas são Matemáticas e suas Tecnologias; Linguagens e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; 1.200 horas serão flexíveis e reservadas para a Formação Técnica e Profissional.

Criação e entrada em vigor
O Novo Ensino Médio foi criado por uma lei federal de 2017 que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, e vai ampliar o tempo do aluno na escola.

O Novo Ensino Médio entrará em vigor no ano que vem para alunos do 1° ano e deve estar em todas as turmas do país até 2024. Com isso, a carga horária total ao longo dos três anos passará de 2.400 para 3.000 horas.

Das 3.000 horas, 1.800 horas serão para disciplinas que já são obrigatórias da base Nacional Comum Curricular, e 1.200 horas para os itinerários formativos.

Para trazer a discussão sobre o novo ensino médio ao público, a professora Dulcineia Marques, uma das líderes educacionais de Brasília e CEO do Colégio Galois, preparou um workshop especial com o tema “O Novo Ensino Médio e a Importância da Família no Projeto de Vida”.

Para falar sobre o tema, participaram verdadeiras autoridades no assunto: Dr. Ivan Castro, especialista em educação socioemocional, e o Dr. José Roberto Leite, pesquisador, docente do curso de Medicina na Universidade de Brasília (UnB) e representante da UnB junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

“Trata-se de uma mudança muito positiva. Nós ajudaremos os alunos a fazerem escolhas mais assertivas sobre a faculdade, preparando-os para o mercado de trabalho e para questões sociais emocionais”, argumenta a professora Dulcineia Marques, líder do Colégio Galois.

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