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Brasília

Gasolina dispara e ANP cerca cartel de postos

Bartô Granja

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) colocou fiscais nas ruas para investigar abuso de preços e cartel dos postos de combustíveis. O consumidor assustou-se com um aumento abrupto no preço da gasolina depois do anúncio de que refinarias da Arábia Saudita haviam sido bombardeadas e que o mercado internacional seria afetado com escassez do produto.

A Petrobras não aumento sequer um centavo na sua tabela, seja da gasolina ou do diesel. Porém, da noite para o dia, o preço do litro, nas bombas, teve teve aumento até 15%. O litro da gasolina que estava na segunda-feira abaixo dos 4 reais, passou a ser vendido em alguns postos, na terça, 17, por mais de 4 reais e 50 centavos.

Questionado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que quem resolve questões relacionadas ao preço do petróleo é a Petrobras. A afirmação do ministro ocorre depois que a estatal informou, por meio de nota, que está monitorando o mercado internacional do produto, em função de ataques a refinarias sauditas.

“Petróleo quem resolve é a Petrobras. Preço de petróleo é com a Petrobras”, disse Guedes. Mas, de acordo com a Petrobras, por enquanto, não há previsão de reajuste de preços nos produtos negociados pela estatal, como os combustíveis e derivados de petróleo.

Segundo a Petrobras, a cotação internacional do petróleo apresenta volatilidade e a alta súbita de preços “pode ser atenuada na medida em que maiores esclarecimentos sobre o impacto na produção mundial sejam conhecidos. A Petrobras decidiu por acompanhar a variação do mercado nos próximos dias e não fazer um ajuste de forma imediata”, diz nota da empresa.

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