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Veículos

Hiper-esportivo bate na casa dos 400 quilômetros

Mário Camargo, Edição

A McLaren continua os testes para o lançamento do Speedtail. Seu hiper-esportivo será o carro de topo da companhia e sucessor do P1. O modelo foi levado ao limite pelo chefe dos pilotos de testes, Kenny Brack, em uma pista da Nasa, nos Estados Unidos.

Por mais de 30 vezes, Brack acelerou o esportivo para atingir a velocidade máxima de 403 km/h na pista de lançamento do centro especial Kennedy, na Flórida. O teste fazia parte do exercício de alta velocidade para concluir a homologação do modelo.

A produção do Speedtail, que terá apenas 106 unidades, teve início na fábrica da McLaren, em Woking, no Reino Unido. A primeira unidade está programada para ser entregue em fevereiro de 2020. Todas as unidades já foram vendidas.

Obviamente, usar uma pista de lançamento de ônibus espaciais e espaço que também atende a foguetes, tem uma jogada de marketing para colocar o carro no mesmo patamar de inovação e tecnologia das naves que vão ao espaço.

O modelo produzido de fibra de carbono, tanto o chassi quanto a carroceria, usa mais uma vez trem de força híbrido para entregar números absurdos de 1.050 cv e 117,2 mkgf. Apesar de divulgar os números de potência e torque, a empresa não deu a especificação da motorização. Apesar disso, como já ocorreu com os outros modelos, a base deve ser o V8 4.0 biturbo utilizado em projetos como o P1 e o Senna.

O esportivo é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 12,8 segundos. O rival direto, Bugatti Chiron, faz o mesmo percurso em 13,1 segundos. A McLaren apostou em uma aerodinâmica refinada para o modelo e traz de volta a configuração de três lugares, vista primeiro no F1, da década de 1990.

Há duas pequenas câmeras retráteis, que substituem os retrovisores. As rodas dianteiras têm coberturas fixas, também com o objetivo de reduzir as turbulências. O modelo tem 5,14 metros de comprimento, ou 55 cm a mais que o superesportivo McLaren P1 e 60 cm a mais que o Chiron.

A McLaren patenteou um aerofólio automático, que é feito por uma elevação da própria carroceria, e não por uma peça destacada. Isso assegurou a continuidade do design, e eliminou a necessidade de um componente complementar.

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