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Brasília

Horta comunitária alivia bolso de servidores da rodoviária interestadual



Até março do ano passado, a hora do almoço dos funcionários do Terminal Interestadual Rodoviário de Brasília, no Distrito Federal, cumpria o ritual comum às empresas: dar uma pausa no expediente, se alimentar, conversar um pouco e recarregar as energias para um novo período de trabalho.

Uma experiência sustentável, no entanto, colocou tempero nessa história: após desenvolver internamente um adubo orgânico, feito a partir da compostagem de resíduos de podas no entorno do Terminal, nasceu uma ideia que mudaria radicalmente os hábitos alimentares dos 84 colaboradores locais: a criação de uma horta comunitária orgânica.

O local escolhido foi uma área verde no entorno do Terminal, irrigada com água captada da chuva.

“Os alimentos são para consumo exclusivo dos funcionários, que podem escolher entre diversas hortaliças, tanto para as refeições feitas no trabalho, como para consumir em casa”, diz a gerente do Terminal, Vera Suhett.

O projeto Terminal Viver Verde, nome dado à horta, tem manutenção coletiva: a direção fornece mudas e sementes e também aceita doações de funcionários. Estes se revezam nos cuidados com a horta, aprendem técnicas de cultivo e recebem informações sobre o consumo de alimentos saudáveis.

E as opções são muitas: alface, couve, jiló, pimenta, cheiro verde, tomate e  brócolis, bem como muitos outros legumes e frutas. E tudo com sabor único, já que o cultivo não leva agrotóxico.

Júlia Cristina Gonçalves Silva, 23 anos, auxiliar-administrativa do Terminal, afirma que a mudança de hábito foi sensível. “Ficamos na expectativa de fazer a nossa própria salada no horário do almoço e degustar alimentos naturais. Antes, não nos alimentávamos direito”, diz ela, enfatizando que o tomate, alface e temperos estão entre os alimentos preferidos dos funcionários.

“Nós percebemos que a horta tem influenciado os colaboradores na cooperação do plantio, além da divisão dos alimentos”, explica Vera Suhett, gerente do Terminal.

“A partir do momento que começamos a cultivar, aprendemos a ter carinho e afeto pela natureza que retribui de forma maravilhosa”, endossa auxiliar-administrativa Júlia.

A ideia foi tão bem aceita, que poderá ser expandida para outros terminais administrados no segundo semestre deste ano.

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