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Brasília

Ibaneis diz que pior já passou e que novos tempos virão

Carolina Paiva, Edição

O governador Ibaneis Rocha fez um balanço dos desafios enfrentados pelo governo em um ano fortemente atingido pelos efeitos da pandemia provocada pelo novo coronavírus. Foi nesta quarta, 18, em almoço com empresários da capital, promovido por Paulo Octávio, presidente do LIDE –  entidade que reúne mais da metade do PIB brasiliense.

Paulo Octávio destacou a importância do trabalho conjunto entre governo e iniciativa privada ao longo do ano. “Nós fizemos cerca de 125 encontros. Ouvimos ministros, governadores de alguns estados, autoridades, debatemos saúde, educação e; foi uma importante interlocução entre governo e iniciativa privada”, ressaltou.

“Onze meses depois do último encontro presencial do LIDE Brasília, voltamos a nos reunir em um momento importantíssimo. A economia teve que se reinventar. A posição da iniciativa privada é de cooperação com o governo. Não chegamos ao final do ano com as previsões catastróficas do início da pandemia. Mas o esforço tem que continuar e é preciso ouvir quem governa a cidade, para debater 2021”, completou Paulo Octávio.

Já Ibaneis falou das medidas implantadas desde o início do governo. Segundo ele, era para que, em 2020, o Distrito Federal tivesse um desenvolvimento pleno de sua economia, mas que, com a pandemia, algumas medidas duras tiveram de ser tomadas, como o fechamento do comércio durante alguns meses. A área da saúde recebeu o maior foco do governo.

“Nos preparamos para enfrentar o vírus sem precisar fechar novamente o comércio e com população recebendo o atendimento de saúde necessário”, disse o governador. Ele prevê um retorno pleno das escolas públicas somente em 2021. Ibaneis Rocha lembrou que as obras previstas continuaram durante o ano de 2020, para que o DF não parasse por completo e continuasse o desenvolvimento.

Para o próximo ano, o governador espera que seja alcançado o dobro de metas previstas para o ano de 2020, com inúmeras licitações já previstas para serem liberadas. “Nosso plano é cada vez mais trazer para Brasília novas empresas, para que assumamos o papel idealizado por Juscelino Kubitschek, de sermos um polo de integração comercial entre o Norte, Nordeste, Sul e Sudeste, e é nesta perspectiva que temos investidos. Conseguimos que várias empresas grandes viessem para a cidade e instalassem aqui seus centros de distribuição”, revelou.

Segundo Ibaneis Rocha, estas ações vêm para diversificar ainda mais a economia do DF e valorizar o empresariado que já está estabelecido na cidade.

Uma das ações conquistadas pelo governo neste ano, de acordo com o governador, foi a elaboração e aprovação do novo Programa de Incentivo à Regularização Fiscal, sancionado no último dia 9, para que os empresários possam voltar à ativa e gerar novos postos de trabalho. O programa prevê reforço nos caixas do governo e facilidade para que o contribuinte quite dívidas e, assim, consiga emitir certidões negativas e manter o funcionamento.

Segundo Ibaneis Rocha, a economia do GDF conseguiu que a queda do PIB da cidade fosse apenas de 4%, em vista do encolhimento de 11% do PIB do Brasil. Ele espera que as vendas de fim de ano diminuam ainda este índice de queda na cidade. Para o próximo ano, o governo pretende colocar em prática vários projetos para o amplo desenvolvimento da capital, com os recursos obtidos pela venda da CEB. O investimento nas concessões público-privadas é uma das grandes apostas do governo para incentivar a economia para o próximo ano.

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