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Inaugurado com pompas, Expresso DF vira pesadelo noturno

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Se o Metrô do DF só vive parando, pifando, irritando os passageiros, o VLP (ou como chamam também por aí, BRT Sul) também não fica atrás.

É alvo de críticas, especialmente quando o governo do DF eliminou várias linhas dos ônibus comuns, forçando o passageiro a pegar até três ônibus, e isso para tentar justificar o VLP que, diga-se, não deveria ser VLP, mas uma linha de metrô, conforme estava projetado.

Seriam duas linhas de metrô, uma para servir ao Gama e outra à Santa Maria.

O que era para ser ‘apenas 40 minutos’ para chegar do Gama à rodoviária do Plano Piloto usando o sistema VLP, se transformou em bem mais tempo.

Mas por falar em VLP, que tal algumas autoridades, ou suas mulheres, serem obrigadas a usar esse sistema obsoleto? Que, só por alguns dias, pegue o articulado com 130 lugares (inicialmente a propaganda falava em quase 300 passageiros) no Plano Piloto de Brasília e se dirijam ao Gama.

Mas isso tem que ser depois de cair a noite, melhor seria depois das 22 horas. Já pensou a mulher de um bam-bam-bam do GDF ter que saltar numa estação do VLP nas condições mostradas na foto acima?

Nessas estações, a exceção das existentes no Mercado das Flores (Núcleo Bandeirante) e na entrada do Gama, a escuridão domina, o perigo espreita, o medo reina.

Há uma estação do Balão do Periquito que é iluminada apenas pelas luzes dos postes da via, e pelas luzes vindo de um supermercado que há em frente.

Gama Livre

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