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Pequenas compras

Inflação ameaça deixar o peru do Natal mais magro

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Dora Andrade - Foto Wilson Dias

As festas de final de ano são caracterizadas por pratos sazonais e reuniões com familiares e amigos. A pandemia de Covid-19, no entanto, afetou as tradições de consumo nas ceias de Natal e Ano Novo em 2020, segundo estudo da Kantar.

Ano passado apenas 7,3% dos consumidores compraram exclusivamente proteínas comemorativas, enquanto no mesmo período de 2019 esse índice foi de 15,7%. A maioria (56,2%) optou por combinar alimentos da época com opções regularmente encontradas no mercado, como frango, linguiça, bovinos e peixes/ frutos do mar.

De forma geral, as aves comemorativas foram as mais usadas no Natal (63,5% em volume), sendo escolhidas principalmente pelas classes A e B (39,9%). O pernil, por sua vez, foi a proteína mais comprada no Ano Novo (42,2%), também em maior número pelas classes A e B (37,5% em volume).

Neste ano, a expectativa é que o cenário visto em 2020 não se repita por completo. Com a vacinação avançando no País, brasileiros já planejam comemorações com um número maior de pessoas.

A inflação, no entanto, pode fazer com que a tendência de misturar as proteínas servidas na ceia siga ou até minar os festejos.

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